Quem está aí?

Existem vários tipos de utilizadores de redes sociais. Temos os que ainda vai a rede na fase BETA e já estão a fazer pré-inscrição, os que vão porque gostam, os que se inscrevem porque os amigos todos já têm um perfil e então é melhor não contrariar a grupeta e depois, por fim, aqueles que se recusam a abrir as portas da sua vida para o domínio público.

Quem está online também se divide em grupos: os observadores, que nada publicam e só ficam ligados para ver o que se passa na vida dos outros, os que se ligam (quase) 24h por dia e partilham em massa, os que só partilham o que os outros fazem e os que, como nós, trabalham diariamente em social media.

Para todos os casos existe uma desculpa, menos para quem faz das redes sociais a sua vida profissional. Não há desculpa possível.  Há já uns bons anos que quem não está online não existe e, actualmente, essa realidade tomou proporções ainda maiores. Já não basta ter apenas um site. Agora há que ter página no Facebook, perfil no LinkedIN, ser utilizador do Instagram, ter conta no Pinterest… é preciso estar em todo o lado para não ser esquecido.

Nem sempre é fácil conseguir uma linha coerente entre plataformas sociais. É preciso traçar um discurso, identificar um padrão de utilizadores e tentar ser diferente dos outros. Todos os negócios precisam de fidelizar clientes e o online não é excepção.

Conquistar seguidores,  observadores e cativar a atenção dos “partilhadores” é uma missão que exige algum tipo de paciência e persistência por parte de quem cria conteúdos. Não basta escrever uma frase com piada, ou publicar uma imagem de cachorrinhos com olhar doce. É preciso criar laços com quem está do outro lado e fazer com que se sintam “ouvidos”. Bem, neste caso é mais “lidos”.

Ninguém gosta de falar sozinho, certo?  Quando ligamos para um call center odiamos falar com a máquina, correcto? Se vamos a um drive in estamos à espera que depois de fazer o pedido alguém nos apareça à janela e fale efectivamente connosco, não é? O online é igual. Não vemos as pessoas mas sabemos que elas existem do outro lado.

Então pensem nisso. Ninguém gosta de falar para o ar… Por isso, se estão ou vão entrar neste mercado, tenham esta nota como ponto assente:  seja quem for o vosso público, a comunicação passa por dar resposta, são duas vias, a de quem publica e a de quem lê. 😉

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