Dia 1 de Web Summit: o que aconteceu

É o evento do ano em Lisboa. Mais de 50 mil pessoas de todo o mundo visitam, nestes dias, a cidade para assistir àquele que é o maior evento de tecnologia da Europa. Depois de uma sessão lotada de apresentação na Segunda-feira, foi ontem, Terça-feira, que a Web Summit começou a todo o gás. A equipa da Keep It Real esteve presente e conta-lhe o que aconteceu durante o dia.

Apesar da lotação esgotada no início do dia anterior, ontem tudo correu de acordo com o esperado. Pelo menos, para nós, que já estávamos sentados nas bancadas do Centre Stage quando o CTO do Facebook, Mike Schroepfer, inaugurou o palco. Entre muitas ideias sobre inteligência artificial e muitas outras sobre como encurtar a distância entre pessoas e conhecimentos, verdade é que ficou reforçada a vontade do Facebook criar uma forma de conectividade entre utilizadores em qualquer ponto do mundo. A ideia de que é preciso ter uma conexão à Internet para aceder à rede social poderá alterar-se de futuro. Pelo menos, é essa a intenção base.
O tema tecnologia foi obviamente no mote de muitas conversas que se desenrolaram durante o dia. “Will technology kill the democracy?” foi uma das questões que se impuseram e que deu vinte minutos de debate entre alguns representantes da Comissão Europeia. Os factos de as redes sociais serem um espaço aberto para qualquer opinião, bem como de serem palco para muitas interpretações inocentes e de senso-comum preocupam alguns pensadores.

Os lançamentos do dia

O Facebook habituou-nos a lançamentos frequentes e a participação da empresa na Web Summit pedia um lançamento. Foi David Marcus, Vice-presidente do Messenger, que anunciou o Messenger 1.3, a app que vai permitir às marcas interagirem com os respectivos clientes no chat. A comunicação de um para um e a possibilidade de personalizar o atendimento são os pontos que o vice-presidente sublinha como principais no objectivo final desta actualização. Nesta conversa fica ainda a promessa de que as conversas de grupo podem vir a ser criadas muito em breve com base num tema específico e não num grupo restrições de pessoas.
Também Luís Figo e Ronaldinho marcaram a sua presença na conferência com o lançamento oficial da app Dream Football. A aplicação foi criada a pensar nos jovens com talento para o futebol. A partir da criação se conteúdos de promoção pessoal, os jovens poderão contar com opiniões de clubes como o Inter de Milão, o Benfica e tantos outros.
Duas formas de, mais uma a vez, aproximar pessoas através da tecnologia.

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