2018 e as tendências digitais

O avanço tecnológico é tão rápido que aquilo que hoje é uma tendência extraordinária, amanhã já estará ultrapassada.

O ano de 2017 está a acabar, e a verdade é que já se prevêem novas tendências no mundo das plataformas digitais para 2018.

Seguem então algumas tendências no mundo digital que podemos esperar no próximo ano!

Crescimento da realidade aumentada

Sabemos que a realidade aumentada tem um impacto mais significativo nos jogos móveis, mas é muito provável que as plataformas de redes sociais procurem uma forma de incorporar nos seus sistemas esta nova tecnologia. Assim sendo, as marcas poderão em breve começar a “projetar” os seus produtos, através de filtros especiais, nas casas de potenciais clientes, que utilizem plataformas digitais.

Aumento da popularidade do Instagram Stories

O Instagram Stories tem apenas um ano, mas possui cerca de 50 milhões de utilizadores a mais que o Snapchat, e a tendência é que este número continue a aumentar. Nesse sentido, as marcas começarão a dominar também os Instagram Stories. As stories serão promovidas (à semelhança daquilo que acontece com as publicações das marcas no Facebook) e surgirão na nossa timeline.

Marketing através de influenciadores

Mais de 90% das marcas que utilizam uma estratégia de marketing de influenciadores, acreditam que é bem-sucedida. Esta é então uma nova forma de as marcas, através de redes sociais, se conectarem com novas audiências e melhorar o envolvimento com o público.

Cada vez mais, as marcas que optam por utilizar estratégias de publicidade tradicionais, têm dificuldade em chegar ao público-alvo. Assim sendo, e com o sucesso do marketing de influenciadores, prevê-se que no próximo ano as marcas acabem por ignorar as estratégias de marketing tradicional e adotem esta nova técnica de publicidade.

Geração Z e a sua importância

Por “Geração Z”, entende-se “pessoas nascidas entre 1994 a 2010” e estas estão a ganhar impacto para as marcas, muito mais do que os Millennials (pessoas nascidas entre 1980 a 1993).

Hoje em dia, o mais antigo “Gen Zers” tem 22 anos. Os indivíduos que pertencem a esta geração estão a começar a entrar no mercado trabalho e, como tal, começam a ter poder de compra. Para as marcas este público é visto como uma “oportunidade” e por isso começam a tentar chegar a este alvo através das redes sociais, nomeadamente através de plataformas como o Instagram e o Snapchat, que são as mais utilizadas por este grupo de indivíduos.

Participação de marcas em plataformas de mensagens

Já começam a surgir os primeiros “anúncios” de marcas em conversas do Facebook Messenger e a tendência é que esta venha a aumentar. Mais de 2.5 biliões de pessoas utilizam plataformas de mensagens e em 2018, espera-se que as marcas invistam mais tempo (e logo, mais dinheiro) na tentativa de se conectarem com os utilizadores através destas plataformas, quer através da inteligência artificial, quer por assistentes de voz ou mesmo chatbots. Desta forma, as marcas procuram oferecer experiências de compra personalizadas, através de plataformas como o Messenger, WhatsApp ou Kik.

Expansão da transmissão em direto

As transmissões em direto tornaram-se populares e as marcas começam hoje em dia a utilizar o streaming de forma a captarem a atenção de novos utilizadores.

Em 2018 prevê-se que mais marcas entendam o impacto da transmissão ao vivo e comecem a incorporá-la nos seus planos de conteúdos mensais.

Mudanças no Twitter

Em 2017 não se verificou nenhum aumento significativo dos utilizadores da plataforma Twitter, pelo que será muito provável que o modo como esta plataforma opera seja repensada, no próximo ano. As alterações a serem adotadas poderão passar pela venda da empresa a investidores privados, pela alteração da plataforma de forma a incluir algum elemento de subscrição e/ou renovação das opções de publicidade do Twitter, que acabou por ser ultrapassado pelas redes Facebook, Instagram e LinkedIn.

 Hangouts digitais

Os hangouts digitais, nomeadamente os que incorporam grupos de vídeo, como o Houseparty, visam facilitar a interação entre amigos, como se fosse uma “saída digital”. É utilizado principalmente pela Geração Z e tem sido tão bem-sucedida, que o Facebook está a estudar formas de criar uma funcionalidade idêntica.

O mais provável é que, em 2018, com a introdução desta funcionalidade no Facebook, a app Houseparty acabe por perder os seus utilizadores para esta plataforma, à semelhança do que aconteceu com o Snapchat com o surgimento dos Instagram Stories.

 

Texto por: Ana Mendão Costa.

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