Facebook “namora” utilizadores

Quando há quebra de confiança numa relação, há que reconquistá-la se a quisermos manter, certo?
É o que o Facebook tem procurado fazer com os seus utilizadores, depois do escândalo Cambridge Analytica. Além de ter accionado várias ferramentas para reforçar a privacidade dos utilizadores e de frisar esta questão em todas as suas comunicações, a rede de Mark Zuckerberg tem procurado “mimar” os seus adeptos, que é como quem diz, apresentar-lhes várias novidades.
E não é que está na calha um novo serviço de encontros? Chama-se “Dating” e foi anunciado na conferência anual F8. Como adianta a Marketeer, de acordo com Zuckerberg, o Dating é uma opção que viverá dentro do Facebook, não sendo assim uma plataforma independente.
Os utilizadores poderão criar um novo perfil, distinto da sua conta principal, para procurar novas relações. E o CEO da plataforma dá uma garantia que pode ser interessante para os mais discretos: os amigos dos utilizadores não poderão ver o seu perfil no Dating nem há o risco de surgirem como “match”. Ainda assim, o algoritmo desenvolvido para o Dating tem por base as preferências de cada utilizador e os amigos que fazem parte da sua rede. Mas as curiosidades não se ficam por aqui: o Dating vai ter uma caixa de mensagens própria, onde será apenas possível conversar! Ficam de fora, por exemplo, fotografias ou links. Vale o dom da palavra!
O Dating vai entrar em fase de testes no final deste ano e, segundo a Wired, não vai utilizar os dados recolhidos para fins comerciais ou publicitários. Será que esta nova opção vai fazer frente – e estar à altura – de outros serviços de encontros, como o Tinder e o Bumble?
Numa nota não tão romântica mas nem por isso menos nobre, há boas notícias para as organizações que pretendem angariar fundos!
Como noticiou o site We Are Social Media, o Facebook apresentou uma série de novas ferramentas e opções que ajudam os utilizadores a angariar fundos de uma forma mais impactante.
Vai passar a ser possível, por exemplo, igualar donativos em iniciativas sem fins lucrativos. A rede de Mark Zuckerberg afirma que é a primeira ferramenta do género na angariação de fundos online e ainda que esteja disponível apenas nos EUA, os planos apontam para a expansão internacional. Independentemente da causa, o apelo a igualar donativos incrementa muitas vezes as quantias angariadas. Por isso, quem criar campanhas do género, pode agora escolher este método, desde $5 a $2.500.

Há também novas categorias para a angariação de fundos para causas pessoais: familiares, de fé, viagens, voluntariado… Por exemplo, na categoria de família, é possível angariar dinheiro para produtos de bebé ou adopções. Estas novas causas vêm juntar-se às já existentes: projectos/grupos comunitários, desportos/competições, educação, médicos, animais domésticos/animais, emergências pessoais, assistência em caso de crise, entre outras.

Finalmente, o Facebook vai eliminar a taxa da angariação de fundos para causas pessoais, aumentando o nível de apoio. Vai, no entanto, continuar a ser cobrada uma taxa para o processamento de pagamentos e a sua respectiva taxação.

Estaremos por cá, atentos a mais novidades!

Fonte:

WERSM
Marketeer

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